Abril 29, 2008
PAULISTÃO: Mesmo com guichês fechados torcedores ficaram na fila
Posted by barueriemdia under Uncategorized | Etiquetas: Brasil, campeonato paulista, final do paulistão, futebol no Brasil, palestra, palmeiras, paulistão, ponte preta, Uncategorized |Boato forma nova fila
postado por Redação LANCENET!
Um boato de que torcedores ouviram da polícia que haviam mais cinco mil ingressos fez com que uma nova fila fosse formada.
Mas atenção, torcedor, trata-se de um boato. Os guichês do Palestra Itália estão fechados e há uma faixa avisando que os ingressos já se esgotaram.
Apesar da nova fila, o trânsito está melhor e os ânimos mais calmo.
Torcedores que ainda estão na Rua Turiassu mostraram-se indignados com alguns sócios que compraram os bilhetes dentro do clube.
- Eles saiam com três ingressos e mostravam para a gente além de fazer sinais ofensivos - disse o torcedor Fábio Ferraresi, na fila desde 18h30min.
Segundo o torcedor, por volta das 0h desta terça-feira, a Polícia Militar compareceu ao Palestra Itália para organizar a fila, que só durou até as 5h30, com a chegada de muitos torcedores.
A bronca dos torcedores também foi com os fura-filas e os cambistas que já anunciavam a venda de ingressos.
| 29/04/2008 15:29 |
Mesmo com guichês fechados torcedores ficaram na fila
postado por Redação LANCENET!
Mesmo com o anúncio do fim das vendas do ingresso para a final, alguns torcedores permaneceram na fila, na esperança de restarem alguns bilhetes.
- Ficamos aqui porque na Libertadores eles esperaram o pessoal sair e depois voltaram a vender, mas já faz a tempo que está fechado - disse um dos torcedores que, assim como os demais, deixou as imediações do estádio quando percebeu que os guichês não iriam mais abrir.
| 29/04/2008 14:43 |
Fonte: www.lancenet.com.br
Pesquisa: Jr. Holanda

Abril 29, 2008 at 6:52 pm
Prestes a estourar? Veja como controlar o nervosismo no ambiente de trabalho.
“A situação pode ser gerenciada”, diz psicóloga. Uma forma de fazer isso é usar técnicas que acabam com a ansiedade
InfoMoney
28 abril 2008
SÃO PAULO - É comum, no ambiente de trabalho, existir aquela pessoa mais “nervosinha”, que parece que irá explodir a qualquer momento. O comportamento faz parte da personalidade e existem pessoas que são assim: respondem curto e grosso, falam alto e de maneira agressiva e acabam por mal tratar os companheiros da equipe.
Quem é muito nervoso apresenta sinais passageiros, como a taquicardia, o suor frio e o fato de gaguejar. Mas, quando as situações de nervosismo começarem a se repetir diversas vezes, problemas de relacionamento com os colegas começam a aparecer. Afinal, como se controlar para que a situação não chegue a este ponto?
O que fazer?
“A situação pode ser gerenciada”, afirma a psicóloga e vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Samia Simurro. Uma das formas de controlar o nervoso é usar técnicas que acabam com a ansiedade: descarregar a tensão em atividades que goste e cuidar de si, por meio de exercícios físicos, por exemplo.
Outra forma é praticando o auto-controle, por meio da meditação. “Os orientais já descobriram há muito tempo como se controlar com esta técnica”. Ainda existe uma outra alternativa, que é aprender a lidar com os sentimentos.
“O nervosismo exacerbado pode começar quando nos sentimos sobrecarregados, não conseguimos atender a demanda que é proposta e pensamos que não temos condições de realizar as tarefas”, disse Samia. Ela completou afirmando que tudo isso pode ser controlado com a busca do equilíbrio emocional.
Tipos de personalidade
Samia ainda explicou que a personalidade mais tensa, agressiva, pode se agravar com as condições do ambiente de trabalho. “A competição estimula o quadro”. Sobre o perfil, ela disse que são pessoas mais estressadas, desconfiadas e sempre em alerta. “Elas apresentam resultados e vão até o final”.
Por outro lado, existe a personalidade mais insegura, que é a pessoa mais solícita, que sempre quer agradar aos demais e ser “boazinha”. Estas pessoas são mais frágeis e suportam menos a pressão.
Liderança
Um líder com a personalidade mais insegura pode ser um bom conciliador, mas ele possui mais problemas no momento da tomada de decisões. Em relação à equipe, ele peca por não cobrar tantos resultados.
Já o mais agressivo, levado pela ansiedade, pode tomar atitudes precipitadas. O relacionamento dos subordinados com ele é mais distante e, por isso, fica difícil montar uma equipe unida.
“As pessoas devem encontrar o meio termo”, finaliza Samia.